20/01/2010
14/01/2010
SIMULACRO DE INCÊNDIO NA VILA DE MARVÃO

Amanhã, dia 15 de Janeiro de 2010, pelas 20:30h, irá realizar-se um simulacro de incêndio urbano na Rua de Baixo (no interior da Vila de Marvão).
1 – Introdução
A Vila de Marvão tem apenas duas entradas por onde é possível aceder ao interior das muralhas: a Porta de Ródão virada a norte, e a Porta da Vila virada sensivelmente a este.
A circulação automóvel é bastante condicionada por qualquer uma das portas, pelas características físicas dos arcos que limitam a altura e largura dos veículos que por ali circulam e pela disposição dos dois arcos um em relação ao outro que dificultam as manobras e consequentemente o acesso a veículos de maior dimensão ao interior da Vila.
A Porta de Ródão é a que permite um melhor acesso, possibilitando a circulação de alguns veículos pesados. Através da Porta da Vila apenas conseguem aceder alguns veículos ligeiros.
Paralelamente ao facto de apenas veículos ligeiros ou pesados de pequeno porte poderem aceder ao interior da Vila encontra-se a natureza construtiva da maioria dos edifícios, que usam a madeira em grande quantidade como elemento construtivo, tornando-os facilmente deflagráveis.
Agravando todo este cenário aparece a desertificação humana, surgindo muitos edifícios no interior da vila que apenas são ocupados sazonalmente, encontrando-se grande parte do ano desocupados.
Este último factor pode levar a que, em caso de ocorrência de um incêndio, só muito tardiamente seja dado o alarme, ou seja, numa fase em que o incêndio já apresenta proporções consideráveis e se propague mais facilmente a edifícios contíguos.
2 – Objectivos
Qualquer situação a que os operacionais dos bombeiros tenham que ocorrer é sempre um caso individual, não havendo um igual ao outro. Só o saber fazer e a rapidez de observação e acção separa, muitas vezes, o sucesso do insucesso dessas situações.
O simulacro deve-se, assim, centrar no domínio da informação, formação e sensibilização dos operacionais relativamente aos trabalhos que desempenham, de forma a abreviar/reduzir os desvios comportamentais que podem levar a situações de perigo.
Em face do exposto, são objectivos deste simulacro:
a) Testar a capacidade operacional dos corpos de bombeiros envolvidos em incêndios urbanos;
b) Executar manobras de busca e salvamento, combate a incêndios urbanos e protecção de exposições;
c) Utilizar o sistema de comunicações de forma clara e objectiva;
d) Transmitir a informação, de forma clara e precisa, ao posto de comando;
e) Rotinar procedimentos e actuações em TO;
f) Agilizar a ligação institucional.
3 - Veículos e guarnições
Viaturas
Guarnições
N.º de veículos no TO
CB Marvão
CB Castelo de Vide/Portalegre
CB Marvão
CB Castelo de Vide/Portalegre
VTPT
1
-
2
-
VLCI
1
1+1
5
4 + 4
VFCI
1
-
5
-
ABSC
1
-
2
-
ABTD
1
-
2
-
Total
5
2
16
8
4 - Plano geral do simulacro
1. Será simulado um foco de incêndio numa habitação do centro histórico, sendo o alarme dado por populares, via telefone, para o corpo de Bombeiros.
2. Saída da viatura VLCI com uma equipa de 5 elementos equipados com equipamento de protecção individual incluindo aricas.
Ao chegar ao local, assume COS, faz o reconhecimento e o 1º ponto de situação e solicita mais meios (VTTU, VFCI. ABSC e ABTD).
Informa que tem informação de duas vítimas no interior do edifício.
Dois elementos formam equipa de busca e salvamento e entram no interior do edifício.
Dois elementos iniciam montagem de material para protecção de exposições.
3. Saída da viatura VTPT com dois elementos de comando
4. Chegada ao local da viatura VTPT com os elementos de comando
5. Passagem de comando, reconhecimento do TO pelo 2º de COS em conjunto com 1º COS
Pedido de 2 VLCI ao CDOS
Formação de ZA no exterior da vila (no estacionamento junto á Porta da Vila)
6. Chegada da viatura VFCI à ZA.
Posiciona-se à entrada da Porta da Vila, montagem de linha de água a partir da boca-de-incêndio para abastecer VLCI (2 elementos)
Montagem de linha de água para combate, a partir da viatura VFCI – iniciam combate (3 elementos)
7. Chegada da viatura VTTU à ZA.
Posiciona-se junto ao VFCI para o abastecer e montam linha de abastecimento (2 elementos).
Chegada da ABSC e da ABTD à ZA.
São enviadas para o Largo de Olivença, onde devem aguardar.
8. Chegada das viaturas de CB Castelo de Vide e de Portalegre à ZA
Forma-se equipa de busca e salvamento e aguarda, avançando se for necessário.
Os restantes elementos aguardam em prontidão à ordem do COS.
9. Evacuação das duas vitimas retiradas do interior da habitação para o hospital.
10. Início do rescaldo
11. Pedida a intervenção do COM para realojar a família que residia na casa onde se deu o sinistro.
O COM diligencia no sentido de comparecer no local um técnico para avaliar a estabilidade do edifício e, se entender necessário, o seu escoramento.
5 - Plano de Comunicações
CDOS / Central Marvão
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Canal 126
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Posto triagem ▬ Canal Comando ▬ C1 Marvão ▬ Canal comando ▬ ZA
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Canal Comando
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C2 Marvão
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Canal Manobra
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Chefes Equipas
VENDA DO CAMPO DE GOLFE PREOCUPA CÂMARA MUNICIPAL DE MARVÃO

Na sequência do artigo da agência Lusa referente ao novo aviso de venda extrajudicial dos bens da insolvente Ammaia – Clube de Golfe de Marvão, S.A. onde se inclui o prédio no qual se construiu o Campo de Golfe de Marvão, Vítor Frutuoso, Presidente da Câmara Municipal, volta a reforçar que neste processo deveriam ser equacionadas condições de salvaguarda que fomentassem o incentivo à recuperação e funcionamento deste Campo de Golfe, nomeadamente a introdução de dois critérios: preço mais alto; e prazo para o restabelecimento/reinicio do seu funcionamento.
Vítor Frutuoso apresentou a sua preocupação ao Turismo Fundos – SGFII, S.A., sociedade maioritariamente participada pelo Instituto de Turismo de Portugal e uma das entidades credoras, relativamente à possibilidade dos bens em causa (Campo de Golfe de Marvão) poderem vir a ser adquiridos por pessoa/entidade com interesses meramente especulativos ou para uma utilização diferente da actual, uma vez que no referido aviso não existe nenhuma cláusula (de salvaguarda) que obrigue os interessados/adquirentes a manter a actual utilização/função e, também, nenhuma data/prazo para o início do seu funcionamento. Na hipótese desta aquisição se concretizar, será fortemente penalizadora para o Concelho de Marvão e para a actividade turística do Norte Alentejano.
Se o Campo de Golfe for adquirido por entidade que não explore esta actividade turística, o resultado desta acção poderá implicar a inviabilidade do Aldeamento Turístico adjacente que foi objecto de co-financiamento através do PRIME (Sivetur), tendo obtido um incentivo financeiro de 2.713.984,00€ (2.035.488,00€ - FEDER) em 28 de Fevereiro de 2002 (homologação).
Os três principais credores são instituições públicas (Instituto de Turismo de Portugal, Instituto da Segurança Social e Direcção-Geral dos Impostos) pelo que deverão, igualmente, manifestar interesse em evitar a possibilidade de liquidar definitivamente um Projecto que já foi, e ainda deverá ser considerado, como estruturante para a economia e desenvolvimento local.
13/01/2010
Biblioteca Itinerante - Datas de circulação
6 de Fevereiro
20 de Fevereiro
12/01/2010
Geotrekking Marvão 2010 - Passeios Pedestres em Fevereiro no territorio de Marvão
10/01/2010
09/01/2010
7 Maravilhas Naturais de Portugal
São 270 os locais que podem estar entre as 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Porém, as candidaturas são 323, pois alguns estão em mais do que uma categoria. Um elevado número que pareceu surpreender até a organização desta iniciativa, que pretende desta forma dar a conhecer este lado do País, depois da eleição das 7 Maravilhas históricas. "Nunca vi uma pátria tão pequena, mas com tanta diversidade", realçou António Vitorino. O comissário para as 7 Maravilhas Naturais de Portugal admitiu ter ficado impressionado com o número de candidaturas, mas Luís Segadães, responsável pela iniciativa da New 7 Wonders Portugal, até deu um número ainda maior: "Quando fizemos um levantamento inicial, tínhamos mais de 800 locais. Contactámos todas as entidades para garantir que nenhum local relevante ficasse para trás, para que a votação não fosse colocada em causa no final."
As candidaturas foram 323, separadas por sete categorias: zonas marinhas; grutas e cavernas; praias e falésias; florestas e matas; grandes relevos; zonas protegidas; zonas aquáticas não marinhas. A maior incidência verifica-se na zona centro do País, com 69 candidaturas; seguida do Norte, com 56; e de Lisboa e Vale do Tejo, com 47. A categoria de grandes relevos tem 75 eleitos e praia e falésias, 73.
No ano em que a biodiversidade estará em destaque em todo o mundo, Portugal quer com a eleição das 7 Maravilhas Naturais mostrar a sua diversidade na natureza. "Espero que com esta iniciativa se possa mudar a tendência para a desvalorização da importância do ambiente e que possa haver orgulho no património natural", referiu Humberto Rosa, secretário de Estado do Ambiente.
Com a eleição dos sete monumentos que passaram a ser as 7 Maravilhas de Portugal, houve um aumento de visitas. A expectativa de que situação idêntica aconteça nos locais que estão agora a concurso é a mesma, mas a preocupação é diferente. "O que estraga é o comportamento e não a quantidade de pessoas que visita os locais. A pensar nessa situação, estamos a construir um código de conduta que será divulgado em Abril", explicou Luís Segadães.
As escolas serão envolvidas na iniciativa, num molde que está a ser estudado, mas para já o apoio são de parceiros como GEOTA, Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, National Geographic e do Ministério do Ambiente. Luís Segadães deseja que no final "os portugueses se sintam representados pelas 7 Maravilhas".
Os portugueses poderão votar no site www.7maravilhas.sapo.pt quando a 7 de Março forem escolhidos os 21 locais finalistas. A 11 de Setembro, os vencedores serão anunciados na lagoa das Sete Cidades, em São Migel, nos Açores.
07/01/2010
Reuniões de Câmara

Sessão Informativa – “Pólo de Competitividad e e Tecnologia TURISMO 2015”
Convidamos V.Exa. a estar presente na sessão que se vai realizar em Évora, no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 10h30, no Hotel M’ar de Ar Aqueduto.
Agradecemos a confirmação de presença até ao dia 15 de Janeiro para os contactos abaixo indicados ou para o seguinte email: roberto.grilo@turismodoalentejo-ert.pt. O programa e ficha de inscrição seguem em anexo.
Com os melhores cumprimentos,
O Presidente da Direcção da Turismo do Alentejo, ERT
António José Ceia da Silva
05/01/2010
Hoje pelas 16 horas, no largo de São Salvador da Aramenha
04/01/2010
28/12/2009
Natal em Marvão - Fim de Semana de 26 e 27 de Dezembro







